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Débora Silva – Entre obras, trajetória e o Universo Coorporativo da Arquitetura

Débora Silva – Entre obras, trajetória e o Universo Coorporativo da Arquitetura

 

Com uma carreira consolidada de 29 anos na área e 16 anos à frente de seu próprio escritório, a arquiteta Débora Silva traz uma bagagem rica e uma perspectiva que vai muito além da estética. Natural do Paraná, mas com forte atuação em Cuiabá / Mato Grosso  e em franca expansão para o próspero mercado de Nova Mutum e região, a empresária conta sobre sua trajetória inspiradora, os bastidores da arquitetura comercial e como o design estratégico pode transformar o faturamento de uma empresa.

 

 

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A curiosidade que levou à paixão pela área técnica

 

A história de Débora com a construção civil não começou como a da maioria dos arquitetos. Filha de mãe dona de casa e pai caminhoneiro, ela foi a primeira pessoa de sua família a conquistar um diploma de ensino superior.

“Minha primeira profissão foi manicure. Meu pai era analfabeto e não via valor nos estudos, eu nem sabia direito o que era uma faculdade”, relembra Débora.

A reviravolta aconteceu ao acaso, na rua, ao ver um vizinho carregando tubos de projetos nas costas. Curiosa, ela quis saber do que se tratava e descobriu o curso técnico em Edificações no CEFET Paraná. Ao pisar na primeira aula de canteiro de obras, a paixão foi imediata. Mais tarde, com a mudança da família para o Mato Grosso, ela continuou os estudos na ETFMT- Escola Técnica e começou a estagiar com um de seus professores. Foi trabalhando no renomado escritório do engenheiro Milton Roberto Yoshinari (o saudoso “Xixi”) — onde participou, ainda bem jovem, do desenvolvimento de projetos como o Shopping Três Américas e o Parque Mãe Bonifácia — que ela compreendeu a diferença entre engenharia e arquitetura. Sabendo exatamente o que queria, Débora direcionou sua carreira para criar espaços onde a função e a estética caminhassem lado a lado.

 

Arquitetura Empresarial: Projetando para o Faturamento e a Logística

 

 

Hoje, Débora é especialista em arquitetura empresarial e comercial, um segmento que exige do profissional muito mais do que o domínio de cores e revestimentos. Para ela, o arquiteto que projeta negócios precisa, obrigatoriamente, entender de Negócios e Gestão de empresas.

Foco no Cliente do Cliente: “Quando faço um projeto empresarial, não penso apenas no que o dono gosta, mas também, no que o cliente dele busca e no que vai atraí-lo”, explica. Os ambientes precisam aumentar o faturamento e a liquidez dos produtos.

Otimização do Fluxo de Caixa e Operação: Um bom layout comercial reduz custos operacionais. Seja desenhando o fluxo de uma empresa de mineração, de um salão express focado em alta rotatividade (onde o espaço deve ser prático e de fácil manutenção), ou de uma indústria de ovo por litro — onde o foco total foi a funcionalidade e as licenças sanitárias, sem qualquer apelo estético —, Débora estuda a fundo a entrada de mercadorias, a ergonomia dos funcionários e o comportamento do consumidor e a identidade da marca a ser trabalhada.

 

 

Conectividade, Tecnologia e o Escritório 100% Remoto em 2026

 

Acompanhando as transformações aceleradas do mercado entre 2025 e 2026, Débora destaca que o cenário pós-pandemia consolidou a necessidade de mobiliários flexíveis e soluções integradas à Inteligência Artificial e ao atendimento remoto. Hoje, o próprio escritório da arquiteta reflete essa modernidade.

 

 

 

Embora a sede física esteja localizada em Cuiabá (com amplo estacionamento próprio na Avenida General Melo), a operação de Débora é 100% digital e descentralizada. Ela lidera uma equipe de arquitetos espalhados por todo o país — com profissionais em Mossoró (RN), Campo Grande (MS) e Cuiabá — que trabalham conectados em tempo real com fones e câmeras ligadas, simulando uma grande sala virtual. Essa estrutura permite que ela atenda clientes no Paraná, Santa Catarina, Nordeste e, claro, no interior do Mato Grosso, realizando apresentações e reuniões online dinâmicas, com compartilhamento de tela, poupando o tempo escasso dos empresários.

 

O Impacto do BNI: Conexões Globais e Liderança de Alta Performance

 

Essa facilidade de expansão nacional e a virada de chave estética e comercial de seu próprio negócio têm um forte aliado: o BNI (Business Network International). Débora conheceu a metodologia de networking em 2023 através de uma cliente e, logo nos primeiros meses, assumiu a presidência de seu grupo em Cuiabá, o Coliseu. O divisor de águas para compreender a força da rede foi uma viagem para Marrakech, no Marrocos: mesmo sem falar francês, ela visitou uma reunião local e comprovou que a metodologia de negócios era idêntica em qualquer lugar do mundo.

 

 

Hoje, atuando também como Diretora Consultora do grupo Semeador e do Coliseu , Débora já gerou mais de R$ 1,5 milhão em negócios para seus parceiros de rede e faturou mais de R$ 350 mil em referências recebidas. Para ela, o grande valor do BNI — que completou 41 anos de mercado mundial — está na ética de gerar negócios sem comissões “por baixo dos panos”, no aprendizado contínuo através dos pitchs semanais de empresários de diversos nichos e no desenvolvimento de uma liderança de alta performance. “Uma coisa é liderar a equipe que você paga o salário; outra é liderar voluntariamente um grupo de donos de empresas que não têm tempo para nada. O BNI me esticou como líder e como pessoa”, finaliza.

 

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ED. 80 – ESPECIAL BNI

 

Avenida General Melo, 1256, Dom Aquino, Cuiabá MT

65-98111-1225

@deborasilvaarquitetura

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